Dona Berli - The matriarch of the Fazenda dos Cordeiros family.
Dona Berli - The matriarch of the Fazenda dos Cordeiros family.

História

Uma fazenda de verdade que recebe em ambiente familiar

Uma jornada de transformação, escolhas e compromisso com o futuro

A história da Fazenda dos Cordeiros não começa com um grande plano ou um projeto ambicioso. Começa com algo muito mais simples e profundo: uma escolha.

A escolha de olhar para terras fragmentadas e enxergar possibilidades.

A escolha de unir ao invés de dividir.

A escolha de preservar ao invés de explorar.

A escolha de construir um legado que transcende gerações.

Esta é a história de como pequenas propriedades rurais isoladas se transformaram em um mosaico integrado de 500 hectares onde conservação, produção sustentável, educação e turismo consciente coexistem em harmonia com a Mata Atlântica.

É uma história feita de terra, suor, aprendizado e amor pela natureza.

Um Refúgio Rural integrado à Mata Atlântica

Eduardo e Berli Cordeiro, pais de Ana Beatriz a herdeira e proprietária da família, foi uma ambientalista e produtora rural apaixonada. Trabalhou com Ayrton Violento nos últimos  25 anos pela Sustentabilidade da Fazenda dos Cordeiros.

A Família Cordeiro chegou às terras Silva Jardineiras na década de 50, e com a necessidade do equilíbrio econômico e social, vem dedicado esforços à conservação e à educação ambiental por meio de eventos, atividades e iniciativas de inclusão social

Projetos como Aprendiz de Fazendeiro, Movimento Silva Jardim Sustentável e a criação de bibliotecas comunitárias, também conhecidas como Geladeiras Culturais, são exemplos notáveis das ações promovidas e incentivadas pela Fazenda dos Cordeiros. Acreditamos no poder da educação e na importância de envolver a comunidade em práticas sustentáveis, contribuindo para o desenvolvimento local e para a preservação do meio ambiente.

Na Fazenda dos Cordeiros, os momentos inesquecíveis se desenrolam no Galpão do Espantalho, onde a gastronomia rural e as histórias dos personagens da Fazenda, encantam a todos. Esses momentos não apenas enriquecem a experiência dos visitantes, mas também refletem a essência acolhedora e cultural da fazenda.

Capítulo 1: Terras Fragmentadas, Histórias Isoladas

O Contexto: Silva Jardim e a Mata Atlântica

Silva Jardim, no interior do Rio de Janeiro, é uma região marcada pela história da Mata Atlântica brasileira — um bioma bem degradado que hoje resta menos de 4% de sua cobertura original.

Como em grande parte do país, a região passou por ciclos de exploração: café, pecuária, extração de madeira. O resultado foi um território fragmentado, com pequenas propriedades rurais isoladas, áreas degradadas e remanescentes florestais desconectados.

  • Áreas de pasto para gado
  • Pequenas roças familiares
  • Terras cansadas, com solo empobrecido
  • Famílias rurais com dificuldades econômicas

Eram terras que sobreviviam, mas não prosperavam. Eram fragmentos isolados de um ecossistema que pedia integração.

Capítulo 2: A Escolha de Ana Beatriz e Ayrton Violento pela Conexão

O Momento Decisivo

Vamos promover Conexões, criar o conceito de Porteiras Abertas, unir ao invés de fragmentar, começar a integrar

E se essa Fazenda pudessem ser a conexão de um propósito comum? E se a preservação ambiental, ao invés de ser vista como impedimento ao desenvolvimento, fosse vista como caminho para um desenvolvimento diferente, mais sustentável e duradouro? Se Parcerias fossem estimuladas para construção de um Movimento Sustentável em Silva Jardim?

A ideia era criar um modelo vivo onde: Conservação não fosse apenas proteção passiva, mas regeneração ativa – Produção acontecesse em harmonia com a natureza, não contra ela – Educação transformasse visitantes em agentes de mudança – Turismo gerasse renda sem destruir o que atrai as pessoas.

Era uma visão ambiciosa. E exigia coragem.

O Processo de Conexão

Aos poucos, proprietários foram entendendo e participando. Não foi um processo rápido nem fácil. Exigiu:

  • lanejamento cuidadoso de uso do solo
  • In
  • Negociações com diferentes proprietários
  • Pvestimento em recuperação de áreas degradadas
  • Paciência para ver resultados de longo prazo
  • Persistência diante de desafios e ceticismo

Mas, gradualmente, o conceito começou a ter forma.

Capítulo 3: Recuperação, Regeneração e Conexão

Diagnóstico: Conhecer para Cuidar

O primeiro passo foi entender o que somos e conquistar parceiros:

  • Mapeamento das áreas preservadas
  • Identificação de nascentes e cursos d’água
  • Levantamento da biodiversidade existente
  • Análise do solo e potencial produtivo
  • Definição de áreas para recuperação

Descoberta importante: Mesmo fragmentada e parcialmente degradada, a área ainda abrigava biodiversidade significativa, incluindo populações de Mico-Leão-Dourado, espécie ameaçada e símbolo da Mata Atlântica.

Ação 1: Proteger o Que Existe

Criação das RPPNs (Reservas Particulares do Patrimônio Natural):

  • RPPN Cachoeirinha
  • RPPN Rabicho da Serra

Áreas protegidas por lei, para sempre, garantindo que a Mata Atlântica ali presente nunca seria destruída.

Ação 2: Recuperar o Que Foi Perdido

Início dos projetos de reflorestamento:

  • Identificação de áreas degradadas prioritárias
  • Criação do Horto A² para produção de mudas nativas
  • Plantio de milhares de árvores nativas da Mata Atlântica
  • Recuperação de APPs (Áreas de Preservação Permanente)
  • Monitoramento do crescimento e sobrevivência das mudas

Resultado: Áreas que eram pasto degradado começaram a se transformar em floresta novamente.

Ação 3: Produzir com Consciência

Desenvolvimento da produção agroecológica:

  • Conversão de áreas produtivas para sistema orgânico
  • Eliminação total de agrotóxicos
  • Implementação de práticas regenerativas (compostagem, adubação verde, rotação de culturas)
  • Certificação orgânica pela ABIO/RJ
  • Produção de café, geleias, pães e outros produtos

Resultado: Produção que gera renda, alimenta pessoas e regenera o solo.

O Legado que Queremos Deixar

Nossa história não é sobre o passado. É sobre o futuro que estamos construindo.

O Que Queremos Deixar:

Para a Mata Atlântica:

  • 500 hectares permanentemente protegidos
  • Milhares de árvores plantadas
  • Corredores ecológicos funcionais
  • Habitat seguro para espécies ameaçadas

Para as Pessoas:

  • Um modelo replicável de sustentabilidade
  • Inspiração para que outros façam diferente
  • Memórias de conexão genuína com a natureza
  • Conhecimento sobre conservação e agroecologia

Para as Futuras Gerações:

  • Uma Mata Atlântica mais exuberante
  • Prova de que outro caminho é possível
  • Esperança de que podemos reverter a destruição

A História Continua — E Você Pode Fazer Parte Dela

A história da Fazenda dos Cordeiros não está terminada. Ela é escrita todos os dias — em cada árvore plantada, cada visitante acolhido, cada estudante transformado, cada produto colhido.

E você pode fazer parte desta história:

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Última atualização em 12 de janeiro de 2026 por Equipe de Comunicação

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